UM ENSINO MÉDIO COM A NOSSA CARA

UBES defende uma reformulação da escola com gestão democrática e reforma curricular
 

A UBES avalia que o ensino médio no Brasil tem graves problemas. Não é por acaso que existem 1,7 milhão de estudantes fora da escola. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas aponta que 20% dos jovens não conseguem concluir os estudos. Em 40% dos casos, a falta de interesse é o motivo predominante por essa evasão.

Quem está na sala de aula sabe que a última coisa que um secundarista quer é ficar trancado em turmas superlotadas em salas de aula quentes, copiando lição da lousas de giz, sem acesso à formação profissionalizante que dialogue com sua realidade. Ninguém aguenta mais viver em escolas sucateadas, cheias de grades, sem tecnologia e com professores desvalorizados.

A UBES defende uma proposta de Reformulação do Ensino Médio, promovida pelo país através de seminários, atos e encontros com o Ministério da Educação. O projeto, elaborado em conjunto com os estudantes, foi lançado Seminário Nacional de Educação promovido no final de 2014. A proposta também pautou a presença da entidade na Conferência Nacional de Educação (CONAE) no mesmo ano.

A UBES defende a inclusão de pontos da sua proposta no projeto do MEC de construir uma Base Nacional Comum Curricular nas escolas públicas de todo o país. Desta forma, a UBES pretende construir uma escola mais atrativa, desenvolvida e com a cara da juventude!  

 
 

Conheça algumas propostas do projeto de Reformulação do Ensino Médio da UBES.

 




Correção histórica

Incluir no currículo de todas as escolas do país a disciplina “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

Ensino integral

Expandir as escolas em tempo integral, onde o estudante possa realizar atividades culturais e esportivas no contra-turno, além de aprofundar os conhecimentos em uma determinada área de sua preferencia, sendo assegurada a permanência do estudante na escola através da assistência estudantil.

Redesenho curricular

Expandir o processo em desenvolvimento nas escolas, por meio do Programa Ensino Médio Inovador – ProEMI, de forma democrática e com a participação de toda a comunidade escolar; com avaliações através de conceitos e não mais por notas e a divisão das áreas do conhecimento em linguagem e códigos, matemática, ciências humanas e ciência da natureza.