Mostre sua arte! Traga seu batuque, poema, tintas e violão para o “Espaço S” do ENET

Dentro da programação do ENET e da Bienal da UNE os secundaristas poderão apresentar e expressar suas artes no polo cultural

Estudantes que participarão do 13º Encontro Nacional de Escolas Técnicas da UBES que começa no próximo domingo (01/02) poderão fazer apresentações artísticas dentro da programação do evento no “Espaço S” (S de Secundarista). O polo cultural será o espaço de convivência aberto no intervalo das atividades para apresentações teatrais, de músicas, dança, grafite e para todo tipo de apresentação artística.

“O ‘Espaço S’ da UBES busca avançar no debate de cultura dentro da entidade, no ENET vamos garantir que os secundaristas tenham um palco para mostrar sua arte. Sabemos que além de estudantes as escolas estão repletas de artistas, essa galera precisa se mostrar”, argumenta o diretor de Cultura da UBES, Wesley Machado

Como participar?

A organização do evento disponibilizará na Universidade Federal do Rio de Janeiro, no mesmo local que acontecerá toda programação do 13º ENET, palco aberto para as apresentações artísticas.

Estudantes que queiram grafitar devem levar suas tintas, o mural será reservado pela UBES. Caixas de som para cantores e músicos serão disponibilizados, por isso, já coloquem nas malas instrumentos e demais acessórios usados para sua apresentação.

Espaço S na Bienal da UNE com Ziraldo

A UBES também participará da Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE), que também será no Rio de Janeiro, entre os dias 1º e 6 de fevereiro. A entidade terá um local reservado para atividades culturais no “Espaço S”.

Na programação está a apresentação da cartilha de grêmios, que foi toda desenhada pelo cartunista Ziraldo. Ziraldo é a principal atração no dia 5 de fevereiro, onde contará mais sobre sua vida e obra.

“Teremos a presença do Ziraldo, autor do Menino Maluquinho e que lançará nossa nova cartilha em uma atmosfera muito lúdica. Esse é o papel do ‘Espaço S’, valorizar a produção de arte e de cultura que temos dentro das escolas, que existe em todos os cantos do Brasil e que é feita pelos secundaristas”, complementa Wesley.

Da Redação